segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Aprender é conseguir fazer bem feito e de forma natural


Dentro do que sugere a definição, aprender, consiste em fazer o que for, bem feito e de forma natural. E ''adquirir conhecimento ou domínio (de assunto, matéria, etc.), através do estudo ou da prática'', pode ser trilhar por um caminho bem duro. O esforço pode ser exaustivo, porque, alcançar a forma mais próxima ao natural, e com a eficiência que traga resultado, não é tarefa fácil.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Dar parece que é mesmo a principal tarefa do ser humano



''A gente só dar o que tem'' é um provérbio que sugere que, dar faz parte da humanidade. A gente dar amor, dar carinho, dar atenção, dar um bom dia, boa  tarde, ou boa noite. A gente dar um sorriso, dar o perdão a alguém por uma dívida (''Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido''). A gente dar...um cafezinho, ou um doce. E em resumo, a gente dar. E o ''É dando que se recebe'', nos sugere que a lei da compensação também existe e funciona.

Infelizmente, a gente pode dar também o oposto de tudo o que está mencionado no parágrafo acima. E, em troca, a gente recebe de volta.


domingo, 28 de julho de 2019

A Imprensa pode fazer muito mais



''Eu posso fazer muito mais'' foi o termo usado pelo ''bombeiro chefe'', na emocionante narrativa da história do Bombeiro Bill, feita por Divaldo Pereira Franco. (https://www.facebook.com/watch/?v=1273949235962561).

Em uma breve palestra sobre a cobertura jornalística de acidentes de transito, que aconteceu na manhã do último sábado (27), no Club Vanguard, por ocasião da reunião da AIB - Associação de Imprensa de Bacabal, ministrada pelo radialista Lourival Sousa, foi mostrado a importância da Imprensa, também no trânsito, de forma que, Sempre ''podemos fazer muito mais''.

     

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Novos nomes na ''política'', ou os antigos ''coronéis?


O problema maior para o surgimento de nomes novos na ''política'', é a falta de credibilidade que envolve as pessoas que a ela recorrem. 

A ''cultura'' do povo brasileiro parece determinar onde vão chegar as ''promessas de campanha''... todas elas. E quanto a tradição de ''coronéis'' e de suas gerações, que perpetuam no poder, ela tem base na dependência e na ''cultura'' da subserviência de muitos dos que formam o povo.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

''Nada demais''



Verdade, nada demais mesmo. Se você for contra o Lula e a favor do ministro Moro, e concorda com a frase do ministro, você tem razão. Mas, se por algum motivo você é a favor de Lula e contra Moro, também a tem.

É simples de entender: pegue um chicote antigo, feito para torturas... ou até para matar. O cabo está em tuas mãos, e você tem tempo e talvez um visão para analisar artes... antiguidades. O chicote até te sugere fazer uma explanação daquela ''arte''.

Em uma outra ocasião, tu vais receber uma chicotada, com o mesmo chicote. Nesse caso tu não vais ver o chicote, porque a dor te impede.

Agora volte ao caso do ''vazamento'' das conversas do então juiz Moro, quando, de acordo com o que sugere o teor das conversas, agia contra o ex. presidente Lula. Se você é contra ele (Lula), você aplaude o Moro. Tudo normal e ''nada demais''.

Em algum momento da vida, que é cheia de surpresas, você pode está  recebendo o tratamento que o juiz moro, de acordo com as ''conversas'' , deu ao Lula, a quem as acusações que lhe são imputadas fez ou tenta fazer um dos piores ser humano do mundo. Pois é... !!!

sexta-feira, 14 de junho de 2019

É simpático concordar com os ''donos do poder'', só para se parecer com eles?



Você pode trair suas bases? Sim, pode, mas, cedo ou tarde você será expulso de onde está, porque em algum  momento achava que fazia parte de lá.

Sua pergunta é: Quem vai pagar minhas contas? Se você acha que vai pagar, sendo induzido pelos que querem seu trabalho barato, está enganado. Até porque, se eles querem te ajudar, eles valorizam teu trabalho pagando o justo.

Vocë teme ser criticado, se começar a acreditar em sua filosofia? De qualquer maneiro o será. E se seguir o ''rico'', só para parecer-se com ele,  será ridicularizado.

Você pode crescer, de forma brilhante, quando por exemplo fizer algo parecido com o que fez o Nelson Mandela. Ele foi inclusive preso. Sua condenação de 27 anos de prisão não o fiz se sentir um criminoso, mas, fortaleceu sua fé, e assim depois da prisão se tornou o presidente de seu país. E sem perseguir, mas conscientizando. E se tornou um nome que ficou na história do mundo.

Leia sobre Zumbi dos Palmares, veja se ele traiu seu povo para parecer um dos da ''direita''. Leia sobre Hancock, sobre Jefferson, e  sobre Adams, que se envolveram na independência das 13 Colônias Britânicas que receberam o nome de Estados Unidos da América. Veja se eles se aliaram à Coroa britânica, ou defenderam seu povo.

Não somos escravos nem mesmo de nossas limitações ou complexo de inferioridade e nem muito menos de nossa covardia.

A questão não é bem elevar o bandido de um político, mas, ver alguém que servirá de exemplo. E isso podemos explicar, para que o mundo saiba diferenciar vitória de escravização a alguém, ou a um povo. 


quinta-feira, 13 de junho de 2019

''Direita e esquerda''...



''Direita e Esquerda'' são termos usados, de acordo com pesquisas (https://pt.wikipedia.org/wiki/Direita_(pol%C3%ADtica), durante a Revolução Francesa (1789-99). Os políticos se sentavam no parlamento francês; uns à direita e outros à esquerda. Os da direita concordavam com tudo do antigo regime e os da esquerda discordavam.

Os pobres normalmente formam a ''esquerda'' porque não fazem parte do ''poder'', e assim, não são beneficiados por ele, como são os da cúpula. E quando, se posicionam a favor, o fazem sem saber porque, ou são induzidos por algum tipo de favor recebido.

Quando falamos de pobres estamos falando de povo, termo que se aplica o significado da palavra democracia (governo do povo, pelo povo e para o povo). E povo é a parte menos favorecida por conta da distribuição de renda, que contempla apenas aos da ''cúpula''. E sobra para o povo,  o esculacho de várias formas, como por exemplo, o nome de burro (a), ''idiota, imbecil, massa de manobra'', dentre outros.

Por não ter poder e não fazer parte do ''poder'', o povo tende a ser desorganizado, fator que leva às aglomerações em torno dos ''discursos'' nos palanques, onde aplausos, orquestrados por dirigentes contratados, são ouvidos.

E assim, enquanto o povo e sua desorganização estiverem de um lado, e o governo com sua tapeação do outro lado, os termos ''Direita e Esquerda'' continuarão com o mesmo significado.


sábado, 8 de junho de 2019

Greve Geral em 14 de junho




Liberdade de Expressão, Liberdade de Reunião e Liberdade de Associação. Os três direitos acima estão listados no  artigo 5º da Constituição Federal, e neles está a base que garante ao direito do protesto pacífico no Brasil. 

O povo, que por necessidade de um trabalho, por exemplo, que lhe garanta meios de sobrevivência, ou por um outro motivo  vai às ruas, pedir voto para um candidato, e isso, sem se importar em muitos dos casos, que seja chamado de ''idiota, de imbecil, ou de massa de manobra'', por alguma necessidade, ou por algum motivo, também vai às mesmas ruas para protestar.

Por isso, no próximo dia 14 de junho vai às ruas do Brasil para protestar contra algumas propostas do governo Bolsonaro.

A ''reforma'',  que mesmo sem ser vista, já ameaça eliminar grande parte dos que viriam a se aposentar, e mesmo assim, o governo, para convencer, diz que ela apenas vai cortar privilégios dos ricos. E isso, a gente sabe que jamais acontecerá. 

O corte de recurso das universidades públicas, que o governo apelidou de contingenciamento, que ameaça fechar as instituições de ensino superior. O retardamento, ou adiamento temporário, que é o mesmo que contingenciamento,  é apenas um argumento, que também não convence. Porque, o que está acontecendo é corte.




quarta-feira, 5 de junho de 2019

Afrouxar as punições traz popularidade ?




Para os que acompanham o desenrolar do governo Bolsonaro, nada que venha surgir ao longo dos  discursos do presidente, pode ser encarado com surpresa. Agora, dizer que quer afrouxar as punições dos motoristas de caminhão, de Táxi e de outros, com o argumento de que eles já enfrentam muitas dificuldades? Não incentivar o uso da cadeirinha para carregar crianças... passar de 20 para 40 pontos como tolerância para a perda da CNH, e ainda dizer que por ele passaria para 60? 

A questão é:  levantar a popularidade? É uma forma de induzir a população a aceitar a ''reforma''? Ou é transformar mesmo, uma sociedade da cultura do ''se dá bem'' em ''terra sem lei''?

terça-feira, 4 de junho de 2019

A mudança que você quer no mundo



A gente questiona, luta e briga mesmo, pelo melhor, em benefício próprio, e isto, desde criança. E com o passar do tempo, a gente vai percebendo que, lutar pela sociedade da qual se faz parte, é também lutar em causa própria. E aí, diz-se que é uma  briga ''por uma boa causa''.

O título do presente texto é baseado em uma das mais célebres frases ( ''Seja a mudança que você quer no mundo''), de um homem que deixou seu nome na história da humanidade.

 ''Idealizador e fundador do moderno Estado Indiano e o maior defensor do Satyagraha (Forma não violenta de protesto) como meio de revolução''.
 
Mohandas Karamchand Gandhi. Pela causa a qual dedicou sua vida, foi chamado de Mahatma Gandhi. Esse Mahatma quer dizer ''A Grande Alma''.

A sugestão de Gandhi é dura e difícil de ser seguida, mas ele seguiu porque, como disse o escritor Napoleon Hill, a seu respeito, em um dos livros, ele estava decidido a vencer, e venceu.