domingo, 8 de março de 2020

UVCM - União de vereadores e Câmaras do Maranhão realiza encontro em Bacabal



 


A Câmara Municipal de Bacabal/MA,  recebeu na manhã de sexta feira (06), vereadores de 12 outras câmaras, para o 6° encontro da UVCM - União de vereadores e Câmaras do Maranhão.

O encontro, que teve como tema: Novas Regras das eleições municipais de 2020 e Funções das Câmaras Municipais, contou com a presença de políticos importantes, dentre os quais: O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PC do B), o prefeito de Bacabal/MA,  Edvan Brandão (PSC), a vice prefeita de Bacabal, Graciete Lisboa (PSL), o presidente da Câmara de São Pedro dos Crentes/MA, que é também o atual presidente da UVCM, vereador Asaf Sobrinho (PSD), a vice presidente da UVCM e presidente do Fórum Nacional da Mulher Parlamentar do UBV - União dos Vereadores do Brasil, Regilda Santos (Rede) e o presidente da Câmara Municipal de Bacabal, vereador Manuel da Concórdia (Podemos), que recepcionou a todos os que compareceram. Do total de 17 vereadores, 12 estiveram presentes.

Da Esquerda para a direita: Ver. Dr. Jérferson, Ver. Melquíades Neto, Vereador professor Maninho, Ver. Regilda Santos, Vereador Alex Abreu, Ver. Venãcio do peixe, Ver. Serafim Reis, Ver. Manuel da Concórdia e Ver. Reginaldo do Posto.

Da esquerda para a direita, a partir da ver. Natália Duda, ver. Alberto Sobrinho e ver, Irmão Leal

Abertura do evento. Da esquerda para a direita: Pr. Válberth, vereadora Regilda Santos, Deputada Dra. Helena Duailibe, ver. Asaf, deputado Othelino Neto, ver. Manuel da Concórdia e prefeito Edvan Brandão.


Aqui (foto acima), um destaque para a Câmara Municipal  de Urbano Santos/MA: O ver. presidente da Câmara,Tomaz de Aquino, entendendo a importância do encontro, se deslocou juntamente com 3 outros vereadores, de uma distância de aproximadamente 267 quilômetros pra se atualizar com as novas regras para as eleições de 2020.













terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Gil Folia 5ª Edição



No povoado Prainha, em Bacabal/MA, a manifestação do carnaval também é presente. A comunidade reúne crianças, adultos e todos quantos queiram se divertir, na companhia do Gil Folia.

E neste ano de 2020 e em sua 5ª edição, o Bloco se apresentou com aproximadamente 130 participantes.



domingo, 29 de setembro de 2019

E a ''índia da comitiva do presidente?



Se a civilização humana, ao longo da história tivesse despertado nas pessoas, mais compreensão do que ganância, os índios não estariam sendo expulso de suas terras, e nem uma ''índia'' estaria do lado do opressor do seu povo. 

Na natureza, não vemos a presa a favor do seu predador e contra sua espécie. Porque o predador quer destruir sua presa, e assim, a amizade confiável entre ambos não existe. 

Como pode então uma ''índia'' fazer parte da comitiva de um presidente, que quer acabar com os povos indígenas? Essa ''índia'' está traindo seu povo. E, se ela é mesmo índia, não deveria ser expulsa de sua tribo? Isso, se ele for mesmo índia.

Um dos filhos do presidente falou que, para o Brasil ser respeitado precisa ter poder de guerra. O que quer dizer que, impor medo vale mais do que apelar para o respeito. E agora o presidente, que ganhou a eleição com o discurso do ''bandido bom é bandido morto'', que ofereceu capim aos eleitores do Lula, e que recebeu de muitos desses eleitores o voto, usa o cargo público para manipular tudo o que pode. E os índios, que são os verdadeiros dono desta terra, continuam sendo desrespeitados inclusive por aqueles que foram feitos pelo povo.

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Aprender é conseguir fazer bem feito e de forma natural


Dentro do que sugere a definição, aprender, consiste em fazer o que for, bem feito e de forma natural. E ''adquirir conhecimento ou domínio (de assunto, matéria, etc.), através do estudo ou da prática'', pode ser trilhar por um caminho bem duro. O esforço pode ser exaustivo, porque, alcançar a forma mais próxima ao natural, e com a eficiência que traga resultado, não é tarefa fácil.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Dar parece que é mesmo a principal tarefa do ser humano



''A gente só dar o que tem'' é um provérbio que sugere que, dar faz parte da humanidade. A gente dar amor, dar carinho, dar atenção, dar um bom dia, boa  tarde, ou boa noite. A gente dar um sorriso, dar o perdão a alguém por uma dívida (''Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido''). A gente dar...um cafezinho, ou um doce. E em resumo, a gente dar. E o ''É dando que se recebe'', nos sugere que a lei da compensação também existe e funciona.

Infelizmente, a gente pode dar também o oposto de tudo o que está mencionado no parágrafo acima. E, em troca, a gente recebe de volta.


domingo, 28 de julho de 2019

A Imprensa pode fazer muito mais



''Eu posso fazer muito mais'' foi o termo usado pelo ''bombeiro chefe'', na emocionante narrativa da história do Bombeiro Bill, feita por Divaldo Pereira Franco. (https://www.facebook.com/watch/?v=1273949235962561).

Em uma breve palestra sobre a cobertura jornalística de acidentes de transito, que aconteceu na manhã do último sábado (27), no Club Vanguard, por ocasião da reunião da AIB - Associação de Imprensa de Bacabal, ministrada pelo radialista Lourival Sousa, foi mostrado a importância da Imprensa, também no trânsito, de forma que, Sempre ''podemos fazer muito mais''.

     

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Novos nomes na ''política'', ou os antigos ''coronéis?


O problema maior para o surgimento de nomes novos na ''política'', é a falta de credibilidade que envolve as pessoas que a ela recorrem. 

A ''cultura'' do povo brasileiro parece determinar onde vão chegar as ''promessas de campanha''... todas elas. E quanto a tradição de ''coronéis'' e de suas gerações, que perpetuam no poder, ela tem base na dependência e na ''cultura'' da subserviência de muitos dos que formam o povo.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

''Nada demais''



Verdade, nada demais mesmo. Se você for contra o Lula e a favor do ministro Moro, e concorda com a frase do ministro, você tem razão. Mas, se por algum motivo você é a favor de Lula e contra Moro, também a tem.

É simples de entender: pegue um chicote antigo, feito para torturas... ou até para matar. O cabo está em tuas mãos, e você tem tempo e talvez um visão para analisar artes... antiguidades. O chicote até te sugere fazer uma explanação daquela ''arte''.

Em uma outra ocasião, tu vais receber uma chicotada, com o mesmo chicote. Nesse caso tu não vais ver o chicote, porque a dor te impede.

Agora volte ao caso do ''vazamento'' das conversas do então juiz Moro, quando, de acordo com o que sugere o teor das conversas, agia contra o ex. presidente Lula. Se você é contra ele (Lula), você aplaude o Moro. Tudo normal e ''nada demais''.

Em algum momento da vida, que é cheia de surpresas, você pode está  recebendo o tratamento que o juiz moro, de acordo com as ''conversas'' , deu ao Lula, a quem as acusações que lhe são imputadas fez ou tenta fazer um dos piores ser humano do mundo. Pois é... !!!

sexta-feira, 14 de junho de 2019

É simpático concordar com os ''donos do poder'', só para se parecer com eles?



Você pode trair suas bases? Sim, pode, mas, cedo ou tarde você será expulso de onde está, porque em algum  momento achava que fazia parte de lá.

Sua pergunta é: Quem vai pagar minhas contas? Se você acha que vai pagar, sendo induzido pelos que querem seu trabalho barato, está enganado. Até porque, se eles querem te ajudar, eles valorizam teu trabalho pagando o justo.

Vocë teme ser criticado, se começar a acreditar em sua filosofia? De qualquer maneiro o será. E se seguir o ''rico'', só para parecer-se com ele,  será ridicularizado.

Você pode crescer, de forma brilhante, quando por exemplo fizer algo parecido com o que fez o Nelson Mandela. Ele foi inclusive preso. Sua condenação de 27 anos de prisão não o fiz se sentir um criminoso, mas, fortaleceu sua fé, e assim depois da prisão se tornou o presidente de seu país. E sem perseguir, mas conscientizando. E se tornou um nome que ficou na história do mundo.

Leia sobre Zumbi dos Palmares, veja se ele traiu seu povo para parecer um dos da ''direita''. Leia sobre Hancock, sobre Jefferson, e  sobre Adams, que se envolveram na independência das 13 Colônias Britânicas que receberam o nome de Estados Unidos da América. Veja se eles se aliaram à Coroa britânica, ou defenderam seu povo.

Não somos escravos nem mesmo de nossas limitações ou complexo de inferioridade e nem muito menos de nossa covardia.

A questão não é bem elevar o bandido de um político, mas, ver alguém que servirá de exemplo. E isso podemos explicar, para que o mundo saiba diferenciar vitória de escravização a alguém, ou a um povo. 


quinta-feira, 13 de junho de 2019

''Direita e esquerda''...



''Direita e Esquerda'' são termos usados, de acordo com pesquisas (https://pt.wikipedia.org/wiki/Direita_(pol%C3%ADtica), durante a Revolução Francesa (1789-99). Os políticos se sentavam no parlamento francês; uns à direita e outros à esquerda. Os da direita concordavam com tudo do antigo regime e os da esquerda discordavam.

Os pobres normalmente formam a ''esquerda'' porque não fazem parte do ''poder'', e assim, não são beneficiados por ele, como são os da cúpula. E quando, se posicionam a favor, o fazem sem saber porque, ou são induzidos por algum tipo de favor recebido.

Quando falamos de pobres estamos falando de povo, termo que se aplica o significado da palavra democracia (governo do povo, pelo povo e para o povo). E povo é a parte menos favorecida por conta da distribuição de renda, que contempla apenas aos da ''cúpula''. E sobra para o povo,  o esculacho de várias formas, como por exemplo, o nome de burro (a), ''idiota, imbecil, massa de manobra'', dentre outros.

Por não ter poder e não fazer parte do ''poder'', o povo tende a ser desorganizado, fator que leva às aglomerações em torno dos ''discursos'' nos palanques, onde aplausos, orquestrados por dirigentes contratados, são ouvidos.

E assim, enquanto o povo e sua desorganização estiverem de um lado, e o governo com sua tapeação do outro lado, os termos ''Direita e Esquerda'' continuarão com o mesmo significado.