sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Pode não ter uma vida longa, mas, enquanto dura é bela!


Olhando rapidamente, é uma abelha e uma flor, ou uma flor e uma abelha. E até se pode explicar: "A abelha colhe o néctar da flor" para, possivelmente fabricar mel. Foi o que me ensinaram na escola, quando ainda se chamava Escola Primária. Não sei se ela vai ou não, fabricar o que quer que seja, mas sua beleza, é incontestável.

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domingo, 24 de novembro de 2013

Um ano mais velho, sim!



Um ano mais velho sim, e porque não? "O tempo não perdoa", como costumamos dizer, porque associamos  a idade com a velhice, ao invés de levarmos em conta a Bênção da longevidade. 

A insatisfação humana, tem sua raiz na limitação que nasce junto com cada um de nós. Nunca saberemos tudo, assim, como nunca alcançaremos tudo. Nem mesmo, muitas das vezes, "o que temos ao alcance da mão", como disse o rei Salomão, motivo pelo qual pediu a sabedoria para Deus, afim também, de que pudesse entender os seus desígnios.

Um presente! É assim que posso descrever o dia, que não quis que terminasse, sem antes agradecer a cada uma das mensagens, dos telefonemas e tantas outras coisas.

Acordei... mais uma vez, eis o primeiro presente do dia.  Antes, no dia anterior,  recebi um telefonema de minha mãe, que apesar dos 81 anos de idade, não esqueceu da data, nem da idade do filho, que mesmo aos cinquenta,  para ela não passa de um menino indefeso... coisas de mãe.

Alem de acordar, pela manhã, como já coloquei acima, recebi um embrulho bem feito, da esposa...um presente! Ao escolher um trecho bíblico  pra ler, depois da oração, que faço todos os dias, sem folhear, acertei no Livro do profeta, cujo o nome eu tenho dele: Jeremias. Várias mensagens pelo celular, um almoço, oferecido pelo filho mais velho, Daniel, uma visita de um amigo, com sua esposa e filha, que dedicadamente me aprontaram também um bolo. Um telefonema da mãe dos meus três primeiros filhos, e logo em seguida as felicitações, vindas de uma filha que decidira pela rebeldia, que agora me dizia ter caído a ficha, em relação às suas atitudes. 

Como parte do que recebi de presente, fui à Igreja, assistir a uma celebração eucarística, e chegar em resolvi agradecer aos amigos das mensagens na internet.

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sábado, 23 de novembro de 2013

“Te acompanhes com um bom e serás igual a ele. Te acompanhes a um ruim e serás pior que ele”


Encontrei uma resposta que explica isso tão bem,  que resolvi me aprofundar no assunto.
A exemplo disso, verifique: Alguém resolve acompanhar a um matador de aluguel, popularmente conhecido como pistoleiro. O homem que acompanhou o pistoleiro, vendo que aquele era muito valente determinado, e além disso com uma pontaria que ele nunca tinha visto, entendeu porque aquele homem era o que era... e não sabia como ia ser, conviver com alguém, com quem  não tinha nada de comum.

Um certo dia, já depois de mais ou menos dois meses que andavam juntos, e já havia presenciado como aquele homem  entrava em ação; meio com medo, mas decidido a continuar o que aceitara, ou melhor, que buscara, foi surpreendido pelo pistoleiro, era uma boa pessoa, apesar de ser pistoleiro.
Companheiro, disse ele:  já fazem dois meses que andamos juntos e não te conheço. Tu sabes atirar? Parece que está decidido mesmo a seguir  comigo, e agora resolvi te perguntar isto.
Olha, respondeu Nicolau, talvez não tão bem quanto o senhor...e ainda ia falar alguma coisa, mas foi interrompido: "o Senhor está no céu", te dirige a mim, a partir de hoje, me chamando você, ou tu. Continue, falou ele.
Chamaremos agora, o pistoleiro, pelo nome de Crachá, era assim que ele era chamado. Não sei atirar como você, mas atiro. Respondeu Nicolau.
Não sei porque você resolveu me acompanhar, se nem arma tu tens, e se tivesse eu não teria aceito sua companhia, mas, agora te digo: é preciso que sejamos parceiros, confio em ti, aproveita pra treinar tiro, vou te dar uma arma, e espero que sejas sem medo. Podemos fazer tarefas juntos, ou cada um para um lado, se aparecer negócio. Aquela parecia uma ideia boa, até porque Nicolau já não tinha medo como antes. Já presenciara alguns "tombos", como se chama, ou como Crachá chamava, sobre suas vítimas.

Agora Nicolau não se sentia tão comum, e estava decidido a ser bom, afinal o que estava em jogo, era a confiança que havia passado a Crachá. Por outro lado, já que acabava de ser agraciado com a confiança e com uma arma, tinha que prosperar, pensava ele...Ainda, enquanto pensava, foi interrompido por uma ordem.  Foi assim que entendeu Nicolau. O tom era o mesmo de antes, mas havia um compromisso, e a  preocupação em corresponder às expectativas do "companheiro", que agora parecia mais um patrão, o que fazia com que Nicolau entendesse como ordem, lhe preocupava.
Olha aqui, tenho um nome melhor pra um comedor de cabrito, meu companheiro! Antes vou te dizer porque eu sou chamado de crachá. Crachá se coloca no peito. Na realidade eu ponho no peito de alguém, uma mensagem para despachá-lo pra outra vida, e por isso sou crachá.

Naquele momento, o até então Nicolau, teve medo! Como alguém podia usar de tanta frieza para comentar como matava suas vítimas... mas tinha certeza de uma coisa: viraria pistoleiro, ou viraria vítima de Crachá. Disfarçou o medo e perguntou qual seria seu novo nome. Pode ser bom- bom, respondeu Crachá. É doce e parece não fazer mal  a ninguém, mas acaba em verme.
...comedor de cabrito! O comedor de cabrito aí, saiu em sotaque de gíria, e a decisão de ser até melhor que Crachá, se fosse o  caso, estava firme. Estava na guerra, e na guerra, dizia Bom-bom, o Nicolau do passado, se mata ou morre...

Senhores, pra não me alongar tanto, dois anos depois, e depois de várias investidas juntos, e outras individuais, e quase presos, por várias vezes, Bom-bom, admirado por Crachá, pela pontaria que conseguiu; uma admiração que parecia inveja, na maneira de entender de Bom-bom, que já não confiava mais em Crachá, e Crachá, que por sua vez tentava parecer tranqüilo,  o que pra Bom-bom parecia uma armadilha. E pra não cair nela, na armadilha imaginada, decide numa tranquila manhã, quando ainda dormia o "amigo", acabar com aquilo. Exatamente: Crachá tinha que morrer. 

..."Serás pior do que ele"...

"O mau por si se destrói"...

E quanto a se juntar a alguém bom? Certamente não será melhor. Os discípulos de Jesus Cristo, se tornaram melhores que Ele? Impossível, eu diria. Pra começar, o bom é o limite que cabe ao nosso próprio e Bom Deus, que nunca será igualado por ninguém...

O texto acima está no
http://jeremiasregistrandomomentos.blogspot.com.br/

Aqui está corrigido,ou melhorado


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Uma nova visão

Uma nova visão de progresso, ou simplesmente uma Nova visão. Chamemos isso do que quisermos.

O modernismo que, apesar de novo, tem sua raiz no passado. Poderíamos até chamar isso de atualização, ou entender, que são métodos antigos, com um olhar atento às necessidades do presente e às de futuro, cuja exigência já foi "vislumbrado" no passado, visto que o progresso grita por inovação.

Uma nova visão também, em relação ao comportamento ou atitudes dos que sabiamente querem concorrer, e isso com um propósito sincero de crescimento. Crescimento que ao invés de esmagar o outro, o concorrente, esteja disposto mesmo é de ajudar. Ensinamento, alias observado pelos pensadores do passado, como por exemplo ao grande cômico, e antes de tudo, grande ser humano, Charles Chaplin, como se expressava no filme O Grande Ditador. Levantando-se do seu assento, dirigindo-se ao púlpito, de onde pronunciou o mais belo discurso que a humanidade...não sei...mas, quanto a mim, o mais bonito discurso, vindo daquele que interpretou Adenoid Hynkel, ditador da "Tomânia", baseado no nazista Hitler. Já no final do filme, o personagem que figurava a destruição de seres humano. Mas, agora o ator, capaz de satirizar o nazista, naquele momento:   "Sinto muito, mas não pretendo ser um Imperador. Não é esse o meu ofício. Não  pretendo governar ou  conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar - se possível - judeus, o gentio...negros...brancos. E mais à frente: "O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza...". E tudo isso, senhores(as), baseado nos ensinamentos de Jesus Cristo, que deve ser, do ponto de vista dos cristãos, a primeira busca a ser feita. Mas, senhores(as), o caminho que fiz, para falar de Charles Chaplin e de Jesus Cristo, não tira o texto do foco de Uma nova visão.

Ao lado de colegas, numa empresa, a necessidade da Nova visão, ou visão direcionada para o progresso, é maior. A parceria é indispensável. "Quem quer ser o maior, seja o servo de todos". Sem hipocrisia, essa verdade não é nova. Tem pelo menos, de acordo com a Bíblia, 2 Mil anos. Nova, deve ser a maneira de se implantar o progresso. Antes se acreditava que derrubando o colega, ou "puxando o tapete" dele, ou ainda tomando pra si todas as formas de atenção, ou ainda se escondendo a fórmula do que viria a contribuir, estaria se buscando  uma promoção na empresa. Essa forma de crescimento, contudo está fadada ao fracasso, o que nenhum dono de empresa, com um pouco de senso aceita, nem mesmo temporariamente.

Uma nova visão, deve ser a meta para o hoje, para o amanhã e para o depois de amanhã. Uma Nova visão com raízes na verdade, que mesmo com sua base no  passado distante, como o Sol, que volta todas as manhãs, não envelhece.

Tenhamos, senhores(as), uma Nova visão.

Parceria SENAI /15º Batalhão de Polícia Militar do Maranhão-Bacabal

Ser parceiro é uma necessidade inquestionável. 

O 15º BPM, como em outros casos, está também fazendo parceria com o Serviço Nacional da Indústria-SENAI, em curso de Bombeiro Hidráulico. O objetivo é atender às famílias Polícia Militar, e as comunidades mais próxima do Batalhão(15º)














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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Julgamento de um Padre

Numa manhã de Domingo, durante uma reunião com os Seminaristas, em torno de mais ou menos vinte, o  Reitor de um Seminário Maior resolve fazer um comunicado:  anuncia que deixará o Ministério, ou a batina, como se costuma falar. Vai casar-se.

A apresentação foi mais ou menos assim: Bom dia, caros seminaristas. Tenho um comunicado a fazer aos senhores. Estou deixando o Ministério de Padre, para casar. Não sei como os senhores receberão esta notícia, mas, é minha obrigação comunicar-lhes.

Mal fez a pausa da  notícia, e um Seminarista levanta o dedo, sugerindo a palavra:  O senhor, durante o tempo que aqui esteve, como Reitor, nos  pregou o celibato, a castidade,  persistência, dentre outras coisas. O que o senhor espera nos deixar com esta notícia? Sem muito argumento, ou não querendo se dá o trabalho de responder, disse: meus filhos, estou comunicando a vocês, não estou pedindo permissão.

Padre Francisco, um italiano, de mais ou menos 55 anos de idade, de fato deixou o ministério. Eu era um dos Seminaristas presente, a pergunta não foi minha, mas hoje, a exato 32 anos daquela reunião, recordo e entendo que eu teria uma ou mais perguntas a fazer ao Reitor,  até aquele momento, do Seminário Santo Antônio. Como por exemplo: Quando o senhor se tornou padre, foi para si próprio, ou para uma comunidade? É mais fácil criar álibis, para explicar um erro do que se esforçar para não cometê-lo. Sabemos disso, no entanto, o senhor que deixa claro que não tem satisfação a dar, nem mesmo aos que dedicaram tempo e esforço para ouvi-lo nas aulas. Que estória, digamos, de superação espera que seja contada ao seu respeito, quando por algum motivo  alguém lembrar do senhor?

Convivemos, todos os dias com inúmeros erros, nossos e dos outros; mas isso não nos dá o direito de induzir  os outros a concordarem com os nossos, e muito menos com argumentos como: "só Deus pode me julgar",  porque, as leis existentes entre os homens, são baseadas nos mandamentos do próprio Deus. Daquelas, que no Monte Sinai, entregou a Moisés, em talhas de pedras,

Quando cometemos um erro, não é só para nós que o fazemos. Somos espelhos, e não importa qual a imagem que refletimos. O certo é que refletimos, por isso as leis existem. Não queiramos nos esquivar da obrigação, quando se fizer necessário, de explicar, sobretudo a quem nos fez, ou nos projetou, ou mesmo divulgou nossa imagem. E assim, quando tropeçamos, caímos nos terrenos dos outros, razão pela qual, o erro, até dos Padres, é da conta de todo mundo. 


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Coronel Zanoni Porto é o novo Comandante da Polícia Militar do Maranhão



A Polícia Militar do Maranhão está nas mãos de um bacabalense. Coronel  Zanoni, como ele mesmo disse, "nasci e me criei em Bacabal".

Depois da cerimonia de posse, o novo  Comandante, reuniu todos os Coronéis no auditório do Quartel do Comando geral, para explicar, às portas fechadas, o que pretende para a Instituição, no seu mandato.

Ele propõe algo, que sem dúvida nenhuma, ajudará no combate à criminalidade. Alias, a união, não só da Policia Militar, mas de todos os seguimentos  da sociedade, seria a solução, eu diria para os principais problemas de um povo.

Quanto ao 15º BPM, terá um novo Sub-Comandante, uma vez que Major Eriverton, assumirá o Comando de Viana, e Major Maurício comandará  Itapecuru Mirim.

As informações aqui postadas, são de acordo com o Comandante do 15º BPM, T. Coronel Egídio de Amaral, que terá um Sub. Comandante, cujo nome está sendo levantado.

Vejam alguns momentos registrados pelo fotógrafo e blogueiro Jeremias, que, por sugestão do T. Coronel Egídio,  esteve lá, juntamente com outros repórteres, fazendo a cobertura do evento

Aqui, alguns dos Comandantes que passaram pelo 15º BPM ou ainda quando era 2ª CI

Vamos revê-los

T. Coronel Celso

 
T, Coronel Adenilson de 
Santana. Aqui sem o bigode,
ao lado do T. Coronel Brito,
Comandante da PM do Estreito


T. Coronel Edeilson de Carvalho
Comandante da PM de Imperatriz


Major Eriverton, que assumirá
o Comando de  Viana, aqui, ao
lado de T. Coronel Adenilson
e T. Coronel Brito.




Major Eriverton, T. Coronel
Adenilson, T. Coronel Brito
e Coronel Eduardo.

Mais fotos de solenidade de posse 
do novo Comandante da PMMA