sexta-feira, 14 de setembro de 2018

''Recebemos todos uma missão do presidente: Não é hora de voltar pra casa de cabeça baixa. É hora de sair pra rua de cabeça erguida...''



Sim, senhores, é campanha política mesmo. Eu faço parte dos mais de 58.207.884 de votos que Lula recebeu na reeleição do seu segundo mandato. Como parte de nossa cultura, faço parte também da torcida nas campanhas políticas. 

Sou do nordeste e faço parte também dos milhões de ''burros''. Isso mesmo, é assim que muitos dos que se consideram da ''burguesia'' brasileira'', e não somente do sul, nos chamam. 

A questão é  que, vendo alguém muito pobre, que deixou sua terra ''para não morrer de fome'', como disse Lula em 1989, num debate com Collor de Mello, eu, independente de promessas feitas por ele, resolvi votar nele. Apenas eu quis votar em quem eu via como alguém que me representava.

Lula não ganhou naquela eleição, recebeu em torno de 30 milhões de votos contra aproximadamente 35 milhões do adversário Colo de Melo. E se candidatou mais duas vezes e perdeu. E não desistiu, e novamente, pela quarta vez se candidatou para ganhar de Zé Serra. E novamente se candidatou e venceu Geraldo Alkmin.

Pois é, mas, agora Lula é Haddad. Assim, a torcida e os votos continuam para Lula, que foi eleito, reeleito, que elegeu e reelegeu uma pessoa muito pouco conhecida. O mesmo Lula, que agora é ''uma Ideia'', se expande, ganhando novos horizontes. E assim também, vale a Lei da Compensação de Halph Waldo Emerson: ''Toda adversidade traz consigo, a semente de um bem igual ou maior''.

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